Antes mesmo da presidente reeleita Dilma Rousseff iniciar as consultas para montar a futura equipe de ministros, integrantes da campanha já reconhecem que o primeiro escalão do futuro governo terá nomes com influência no Palácio do Planalto. O principal consenso entre os petistas é em relação ao protagonismo do governador da Bahia, Jaques Wagner. Independente do cargo, ele já é apontado como o principal interlocutor da presidente no segundo governo. Além de ter conseguido a maior vantagem numérica para Dilma (cerca de 2,9 milhões de votos na Bahia), ele é um dos políticos mais próximos de Lula e tem liderança no próprio PT. De perfil conciliador, Jaques Wagner deve ocupar um cargo no Palácio do Planalto, mas ainda não há uma definição. Ele pode ser nomeado para a Secretaria de Comunicação ou ficar na Secretaria Geral da Presidência, se o ministro Gilberto Carvalho deixar o governo. Outra possibilidade seria comandar a Casa Civil, num cenário de deslocamento de Aloizio Mercadante para a Fazenda. Mas internamente, Mercadante teria sinalizado interesse em permanecer no Planalto. Por isso, para o Ministério da Fazenda, no lugar de Guido Mantega, o mais cotado é do ex-secretário executivo da pasta Nelson Barbosa, que também é próximo de Lula. Na pasta do Desenvolvimento, o nome mais forte é do empresário Josué Alencar (PMDB), que tem o apoio do governador eleito de Minas Gerais, Fernando Pimentel. Filho do ex-vice-presidente José Alencar, Josué disputou o cargo de senador por Minas nesta eleição. Continue a leitura >>

Compartilhe essa notícia: