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Após ameaças de morte, Damares Alves pede a Bolsonaro para deixar o governo

A ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, se reuniu com o presidente Jair Bolsonaro para discutir seu futuro. Depois de fazer um balanço das atividades, Damares comunicou que vai deixar o cargo, de acordo com a revista Veja. Alega que está cansada e precisa cuidar da saúde, que anda debilitada. Desde que assumiu o comando da pasta, há quatro meses, a ministra enfrenta uma rotina estressante, recebendo ameaças de morte. Com isso, ela abandonou sua residência, em Brasília, e passou a morar num hotel, cujo endereço é mantido em segredo. Por recomendação do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI), Damares também não costuma antecipar a agenda, circula pela cidade escoltada e um segurança fica postado na entrada de sua sala durante todo o expediente.

“Não é da sua conta”, diz Bolsonaro a repórter do Washington Post sobre ligação de filho com “gangues”

Coluna de Nelson de Sá, na edição desta sexta-feira (25) da Folha de S.Paulo, informa que ao ser indagado pela jornalista Lally Weymouth, do jornal Washington Post, em Davos sobre o escândalo envolvendo seu filho, Flávio Bolsonaro (PSL), que teria “empregado pessoas com laços estreitos com membros de gangues”, Jair Bolsonaro teria dito que o assunto “não é da sua conta”. “Este não é um assunto de governo — ou da sua conta — mas eu vou dar minha opinião. Seu nome de família, Bolsonaro, é a razão. É resultado de acusações políticas ao meu governo”. Participando do Fórum Econômico Mundial, Bolsonaro tem dado poucas entrevistas e evitado, especialmente, parte da imprensa brasileira – à exceção da TV Record, do bispo Edir Macedo. Na quarta-feira (23), ele cancelou a entrevista coletiva que daria à imprensa 40 minutos antes do previsto. Segundo a Folha de S.Paulo, o assessor da Presidência Tiago Pereira Gonçalves disse a repórteres que aguardavam o presidente no hotel que o cancelamento da entrevista coletiva se deu devido à “abordagem antiprofissional da imprensa”.

Com salário de R$ 36 mil, filho de Mourão é promovido a assessor especial da presidência no BB

Brasília, 08/01/2019 – Antes assessor empresarial da área de agronegócios do Banco do Brasil, o filho do vice-presidente Hamilton Mourão, Antonio Hamilton Rossell Mourão, subiu na carreira. Com a posse da nova gestão, sob o comando de Rubem Novaes, foi promovido a assessor especial da presidência. O novo posto equivale a uma cadeira de um executivo no banco com um salário de cerca de R$ 36 mil. Na posse dos bancos públicos, ontem, dia 07, em Brasília, a ascensão do filho de Mourão já era dada como certa. Procurado, o BB não comentou. // Estadão.