
Coluna de Nelson de Sá, na edição desta sexta-feira (25) da Folha de S.Paulo, informa que ao ser indagado pela jornalista Lally Weymouth, do jornal Washington Post, em Davos sobre o escândalo envolvendo seu filho, Flávio Bolsonaro (PSL), que teria “empregado pessoas com laços estreitos com membros de gangues”, Jair Bolsonaro teria dito que o assunto “não é da sua conta”. “Este não é um assunto de governo — ou da sua conta — mas eu vou dar minha opinião. Seu nome de família, Bolsonaro, é a razão. É resultado de acusações políticas ao meu governo”. Participando do Fórum Econômico Mundial, Bolsonaro tem dado poucas entrevistas e evitado, especialmente, parte da imprensa brasileira – à exceção da TV Record, do bispo Edir Macedo. Na quarta-feira (23), ele cancelou a entrevista coletiva que daria à imprensa 40 minutos antes do previsto. Segundo a Folha de S.Paulo, o assessor da Presidência Tiago Pereira Gonçalves disse a repórteres que aguardavam o presidente no hotel que o cancelamento da entrevista coletiva se deu devido à “abordagem antiprofissional da imprensa”.





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