
Ela está no noticiário quase todo dia por ter assumido um ministério que o presidente Jair Bolsonaro criou para ser emblemático de seu governo, notoriamente conservador. Por muito tempo, o que qualquer pessoa, em qualquer cargo no governo atual do país, disser ou fizer vai ser notícia. As pouquíssimas mulheres – inclusive por serem pouquíssimas – são destacadas. Pelo que dizem, fazem, vestem, e até pelo que creem. Da primeira-dama, com seu vestido, seu discurso em Libras, sua idade, até Damares Alves, a advogada e pastora evangélica militante antiaborto, contra a ideologia de gênero e defensora da escola sem partido, que assumiu o ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos, com sua visão de Jesus no pé de goiaba (isso só entendem os crentes ou quem já esteve na desesperada situação de se matar) e sua empolgação ao emprestar aos novos tempos bolsonarianos uma imagem contestada pelo movimento progressista da sociedade.






