
O governo planeja em sua proposta de reforma tributária que sejam cobrados impostos de saques e depósitos em dinheiro, com uma alíquota inicial de 0,4%. A cobrança integra a ideia do imposto sobre pagamentos, que vem sendo comparado à antiga CPMF (Contribuição Provisória de Movimentações Financeiras). Já para pagamentos no débito e no crédito, a alíquota inicial estudada é de 0,2% , isso servirá para pagadores e recebedores, resultando nos mesmos 0,4%. Ambas as taxas tendem a crescer após serem criadas, já que ideia do governo é usar o novo imposto para substituir gradualmente a tributação sobre os salários, considerada pela equipe econômica como nociva para a geração de empregos no país.








